A gente aprende tanto na dor. Principalmente, aprende até a superá-la. A gente necessariamente não aprende como deixar de amar, mas conquista uma soberania sobre a saudade.
Não sentindo absolutamente nada, um passo vem atrás do outro e quando nos damos conta a vida continua com todos os seus sentidos.
Uma perda -consentida ou não - é um luto prolongado. Tem o tempo natural da dor. Mas passa feito aquele machucado que demora para cicatrizar.
Nos últimos tempos ressurgi em meio a minha dor. Mais alegre, mais confiante, mais forte e implacável com a vida. Não permitirei jamais deixar que meus sonhos sejam adiados.
O ser humano tem uma capacidade infinita de amar. E assim espero. Amar novamente como se fosse a primeira e última vez. E a fé é a tal da danada onde a esperança habita. E não há de ser diferente!